Cada decisão trata de vida e morte. Leva a mais ou a menos vida. Nesse sentido não importa quão grandes ou quão transcendentais sejam as nossas decisões. Com relação à vida e à morte, têm o mesmo alcance. Aquele que posterga ou adia uma decisão, aquele que pensa poder escapar dela, já decidiu, da mesma forma, por mais ou menos vida.

Muitas decisões são tomadas sem preocupação, sem ter em conta o seu efeito na nossa vida. Se as avaliássemos neste sentido, seríamos mais cuidadosos. Uma decisão raramente vem sozinha, implica em mais decisões. No entanto, a primeira decisão é a que sinaliza a direção. Por exemplo, qual profissão ou qual parceiro(a) escolhemos para a vida.

A decisão básica é (deveria ser) sempre a de viver e a de viver a própria vida plenamente. Todas as decisões que reduzem ou que preferem algo diferente disto nos aproximam da morte, freqüentemente a morte prematura, o final prematuro.

Texto de Bert Hellinger no livro Plenitud – La mirada del Nahual.